O desfecho do desaparecimento do técnico
do Atlético Goianiense, Marcelo Cabo, ocorreu em um motel, em Aparecida
de Goiânia, na região metropolitana da capital, na noite desta
segunda-feira. A Polícia Militar confirmou que o treinador foi
localizado dentro do estabelecimento, mas não quis divulgar detalhes
sobre as circunstâncias em que Marcelo foi encontrado.
O comandante do policiamento da capital,
tenente coronel Ricardo Rocha, concedeu uma entrevista coletiva na
manhã desta terça-feira e confirmou que o treinador estava bem.
“Detalhes serão passados por ele”, destacou o militar.
A localização de Marcelo, que estava
desaparecido desde às 3h02 de domingo, quando deixou o apartamento onde
mora em seu carro, sem levar telefone celular e carteira, se deu por
meio da informação de um taxista, que levou o treinador de volta ao seu
apartamento, no meio da tarde desta segunda-feira. Após ser visto no
local, Marcelo voltou a desaparecer. Ele só foi localizado pela PM por
volta das 20h desta segunda-feira.
“Não sou de crucificar ninguém. Vamos
avaliar. Ele está liberado para se recuperar. O clube tem uma imagem e
tudo tem limites. Em todos os momentos, esperamos a recuperação do ser
humano, ele é uma pessoal que não tem o perfil do que aconteceu”,
comentou o diretor de futebol do Atlético-GO, Adson Batista, em
entrevista à Rádio 730.
A diretoria do clube deve convocar uma
entrevista para que o técnico se explique. “O Atlético não vai expor
ninguém. O clube vai tomar as decisões que forem necessárias. O único
problema é que o Marcelo é uma pessoa pública. Precisamos ter equilíbrio
neste momento”, esclareceu o dirigente.
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