Sem vice e com dificuldade de fechar alianças, Jair Bolsonaro ainda será obrigado a debelar uma crise na cúpula de seu partido, o PSL. Ele se incorporou à sigla em março, levando alguns nomes de confiança.
Agora, um de seus principais assessores, Gustavo Bebianno,
está em franco conflito com outros dirigentes da sigla. O desconforto
se agravou nos últimos dias. Houve intensa troca de mensagens e
integrantes do diretório nacional ameaçam redigir carta que documente a
insatisfação.
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