O setor imobiliário vê com preocupação o anúncio feito pelo ministro
Paulo Guedes, da Economia, sobre a liberação de até 35% das contas
ativas e inativas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). Em
maio, ele já havia acenado que o governo estudava a medida, sem anunciar
o percentual, como forma de “estimular o reaquecimento da economia”.
A decisão provocou reações adversas entre empresários do ramo de
imóveis. Como o fundo tem ativa participação na concessão de
financiamento habitacional, há uma certa preocupação do mercado
imobiliário com a tendência de liberar o saque para os trabalhadores em
situações que fogem às regras descritas na Lei 8.036/90, que dispõe
sobre o FGTS.
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