Todo brasileiro sabe como é intenso o trabalho da Justiça Eleitoral
(JE) nos anos de eleições. Desde o julgamento dos registros de
candidaturas, passando pela propaganda eleitoral até o momento da
votação e da totalização dos votos, tudo envolve esse ramo especializado
do Poder Judiciário. Mas nem todo mundo sabe o que acontece na Justiça
Eleitoral em anos não eleitorais.
No dia 1º de fevereiro, ao abrir o Ano Judiciário de 2019 no Tribunal
Superior Eleitoral (TSE), a presidente da Corte, ministra Rosa Weber,
anunciou que JE estaria especialmente concentrada na preparação das
Eleições Municipais de 2020. E é exatamente o que os tribunais
eleitorais fazem em ano não eleitoral: preparam-se para o próximo
pleito, além de julgar processos que restaram das eleições anteriores e
de desempenhar as demais atividades conferidas a eles pela Constituição
Federal.
Nas palavras da ministra Rosa Weber, “o tempo de execução não é mais
importante que o tempo do preparo. Os bons frutos não prescindem de
cuidadosa semeadura. Por isso, o ano de 2019 não se empalidece frente a
2018 e a 2020, anos de eleições gerais e municipais”, declarou.
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