Após rebelião que começou no última dia 14 de janeiro na Penitenciária de Alcaçuz,
em Nísia Floresta, Natal, presos começaram a trabalhar na reconstrução
dos buracos feitos nos muros entre os pavilhões. Pichações também estão
sendo retiradas pelos detentos.
Na foto, um dos presos tapa com tijolos o buraco feito entre o pavilhão 4 e 5 que permitiu o encontro entre as facções rivais do PCC e do Sindicato do RN, que resultou em mortes.
Após rebelião, o pavilhão 4 foi tomado pelo PCC. Portanto, de acordo com nova divisão, os pavilhões 1, 2 e 3 são ocupados por membros do Sindicato do RN, e os pavilhões 4 e 5 dominados pelo PCC. Contêineres, cada um com 12 metros, darão lugar a um muro de concreto de 90 metros de extensão que dividem o dominío das facções rivais. Via g1.
Na foto, um dos presos tapa com tijolos o buraco feito entre o pavilhão 4 e 5 que permitiu o encontro entre as facções rivais do PCC e do Sindicato do RN, que resultou em mortes.
Após rebelião, o pavilhão 4 foi tomado pelo PCC. Portanto, de acordo com nova divisão, os pavilhões 1, 2 e 3 são ocupados por membros do Sindicato do RN, e os pavilhões 4 e 5 dominados pelo PCC. Contêineres, cada um com 12 metros, darão lugar a um muro de concreto de 90 metros de extensão que dividem o dominío das facções rivais. Via g1.

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