A greve dos metroviários de São Paulo foi considerada ilegal
pela Justiça neste domingo (8), durante uma audiência de conciliação
entre o sindicato dos trabalhadores e o Metrô de São Paulo, realizada no
Tribunal Regional do Trabalho. A greve já dura quatro dias e afeta
cerca de 3,9 milhões de pessoas.
Desde o início da campanha salarial, iniciada no começo de maio, o sindicato exige um aumento salarial de "dois dígitos". Inicialmente, o pedido era de 35,5%. O sindicato afirma que escolheu este percentual de reajuste por ser o mesmo que uma comissão do Senado aprovou para os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) em maio passado. Na quarta-feira (4), também em reunião no TRT, a categoria diminuiu o pedido para 16,5%. Na quinta-feira (5), os trabalhadores baixaram a reivindicação para 12,2%, mas a proposta do Metrô era de 8,7% de reajuste.
As partes entraram em um acordo em torno do valor do vale-refeição (R$ 669,16) e do vale-alimentação (R$ 290). Outros pontos, como plano de carreira a funcionários de segurança e manutenção e adicional de insalubridade a bilheteiros, continuavam sendo negociados.
Desde o início da campanha salarial, iniciada no começo de maio, o sindicato exige um aumento salarial de "dois dígitos". Inicialmente, o pedido era de 35,5%. O sindicato afirma que escolheu este percentual de reajuste por ser o mesmo que uma comissão do Senado aprovou para os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) em maio passado. Na quarta-feira (4), também em reunião no TRT, a categoria diminuiu o pedido para 16,5%. Na quinta-feira (5), os trabalhadores baixaram a reivindicação para 12,2%, mas a proposta do Metrô era de 8,7% de reajuste.
As partes entraram em um acordo em torno do valor do vale-refeição (R$ 669,16) e do vale-alimentação (R$ 290). Outros pontos, como plano de carreira a funcionários de segurança e manutenção e adicional de insalubridade a bilheteiros, continuavam sendo negociados.
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