Quem era capitão, hoje é reserva. Quem
achava que era o segundo da fila para ser o titular no gol, também. No
ataque, uma surpresa e, no banco, novos rostos que até mesmo os colegas
desconhecem. A ordem do treinador Dunga é simples: criar uma
concorrência entre os jogadores e, em campo, exigir “obediência tática”.
Todos atacam. Todos defendem.
Dunga leva a seleção brasileira a campo
nesta quarta-feira, às 16h30 (de Brasília), contra a Turquia, no estádio
Sükrü Saracoglu, em Istambul, em uma partida que nada terá de amistosa
internamente para o grupo. O treinador fez questão de alertar que o
verdadeiro adversário não está do outro lado do campo. A competição,
segundo ele, é com aquele que disputa a mesma posição em uma seleção que
tenta se recriar.

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