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| Foto: Carmem Felix. |
O projeto, que integra o Novo PAC do Governo Federal, foi estabelecido como uma das três prioridades da gestão da governadora Fátima Bezerra junto à Presidência da República.
Com uma estrutura verticalizada de internamento e áreas administrativas independentes, o hospital terá capacidade para 350 leitos em diversas especialidades, com foco na alta complexidade.
Para o secretário de Saúde, Alexandre Motta, o Hospital Metropolitano será o pilar central para reorganizar a assistência pública no RN. “Quando tivermos o Hospital Metropolitano funcionando plenamente, vamos desafogar todos os nossos grandes hospitais. O Walfredo Gurgel, que hoje é nosso principal hospital de trauma, passará a ser um hospital de apoio, enquanto a alta complexidade será concentrada aqui”, explicou o secretário. Motta reforçou que a unidade garantirá assistência não apenas para a Grande Natal, mas para todo o estado.
O secretário Gustavo Coelho destacou que a fase atual da obra está focada na movimentação de terra e estruturação do canteiro, com previsão de início das fundações em breve. “O projeto foi elaborado com rigor técnico para oferecer o que há de mais avançado em engenharia e tecnologia hospitalar”, afirmou Coelho. O prazo estimado para a conclusão total do complexo é de dois anos.
Avanço nas obras de saúde pelo RN
A construção em Emaús faz parte de um conjunto de investimentos em infraestrutura de saúde que o Governo do Estado vem executando. Segundo os secretários, além do novo hospital, há intervenções em andamento ou recentemente entregues em diversas regiões, como as reformas dos hospitais Tarcísio Maia (Mossoró), Alfredo Mesquita (Macaíba), Telecila Fontes (Caicó) e a Policlínica de Canguaretama.

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