
O jogo do Brasil com a
Croácia, na estreia da Copa do Mundo, foi um teste para o coração com
muito susto e emoção em 90 minutos. Hoje, 16h, tem novo teste quando a
Seleção encara o México.
Durante os jogos, é
preciso torcer, mas também cuidar do coração. Foi o que mostrou um
estudo baseado em dados do Sistema Único de Saúde e publicado na Revista
Arquivos Brasileiros de Cardiologia que identificou um aumento de 30%
dos infartos comparado com dias normais.
Um estudo realizado pelo Cardiovasular
Events During World Cup Soccer (realizado na Copa do Mundo na Alemanha)
também identificou um risco de infarto 3,26 vezes maior durante os jogos
do Mundial. E nesse teste do coração, as mulheres ganham de goleada.
Das vítimas, 71,5% eram homens.
No final dos anos 70, o narrador Galvão
Bueno criou o bordão “Haaaaja coração”, numa referência ao mal estar que
os jogos da seleção brasileira criava nos torcedores. De acordo com o
cardiologista Anderson Rodrigues, do Grupo Sabin, as fortes emoções
aliadas a outros fatores de risco como a hipertensão, diabetes,
dislipidemia (colesterol alto), tabagismo, histórico familiar, obesidade
e sobrepeso são uma combinação perigosa para a saúde, ampliando o risco
de infartos e derrames (acidente vascular cerebral-avc).
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