Em uma reunião na sede do Solidariedade em São Paulo, com a presença de Rossi e líderes do PT, PV, PSL, Cidadania e Solidariedade, a avaliação foi que o desgaste do governo na condução da pandemia do coronavírus deve atrair mais deputados para o bloco. A candidatura do emedebista foi lançado pelo atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os dois defendem um posicionamento de independência da Câmara em relação a Bolsonaro.
“Acredito que todo esse bate-cabeça pode ajudar muito no fortalecimento da nossa candidatura”, disse Rossi, aos ser questionado sobre a imagem do governo na crise do coronavírus. “Acredito que os parlamentares vão fazer essa análise, isso fortalece a nossa candidatura porque uma Câmara independente vai dar condições de os parlamentares exercerem o seu mandato, de se colocarem quando o governo erra de maneira clara e objetiva.”
O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), deu declarações no mesmo sentido, mesmo aos reconhecer que parte da bancada chegou a defender um apoio do partido a Lira. “O que mais pesou foi a aproximação do Arthur Lira com o governo Bolsonaro, isso pediu bastante dentro do partido”, disse.
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