
A decisão, assinada em 6 de julho, também suspendeu a execução de 29 emendas atribuídas a Cunha. Na mesma data, Dino determinou o bloqueio de até R$ 119,2 milhões em bens do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, alvo de investigação semelhante.
Segundo a Polícia Federal, Eduardo Cunha teria atuado como responsável pela indicação de recursos públicos destinados a municípios, utilizando servidores da Câmara dos Deputados para operacionalizar o esquema. A principal investigada é Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, assessora da Presidência da Câmara, apontada como responsável por executar as alterações nas emendas.
Na decisão, Flávio Dino afirma que mensagens e planilhas apreendidas durante a investigação indicam que Cunha continuava exercendo forte influência sobre a destinação de verbas públicas.
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