De 2008 a 2018, os saques das contas ativas e inativas do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no Rio Grande do Norte somaram R$
7,2 bilhões.
Os recursos sacados, utilizados pelos trabalhadores para destinações
diversas, mas prioritariamente para o pagamento do financiamento
habitacional, atingiram o pico da década em 2017, quando os reflexos da
recessão nacional foram os mais devastadores no mercado de trabalho e
ambiente econômico.
Naquele ano foram contabilizadas 1,8 milhão de operações de retirada
das contas ativas e inativas, principalmente, somando R$ 1,185 bilhão.
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