quarta-feira, fevereiro 18, 2015

EI MATA 45 PESSOAS QUEIMADAS EM CIDADE IRAQUIANA.

Xiita comemora tomada de Jurf al-Sakhar, cidade no sul de Bagdá que estava nas mãos do terrorista Estado Islâmico. A frase na parede diz: ‘Morte ao Daash’, acrônimo de um dos nomes do grupo terrorista
Xiita comemora tomada de Jurf al-Sakhar, cidade no sul de Bagdá que estava nas mãos do terrorista Estado Islâmico. A frase na parede diz: ‘Morte ao Daash’, acrônimo de um dos nomes do grupo terrorista – Alaa Al-Marjani/Reuters

Terroristas do Estado Islâmico mataram 45 pessoas queimadas na cidade de Al-Baghdadi, no oeste do Iraque, informou um chefe da polícia local à rede britânica BBC. Segundo o coronel Qasim al-Obeidi, algumas das vítimas eram membros das forças de segurança.

Depois de sitiar a cidade durante meses, na última quinta-feira o grupo tomou a cidade, que fica perto da base aérea de Ain al-Asad, onde cerca de 320 fuzileiros americanos estão treinando membros do Exército iraquiano. A própria base foi atacada pelo EI, na última sexta-feira, mas as tropas iraquianas, com o apoio de aeronaves da coalizão internacional conseguiu repelir os terroristas.

Al-Baghdadi era uma das poucas localidades ainda controladas pelo governo iraquiano na província de Anbar. O coronel pediu ajuda do governo e da comunidade internacional. Por sua vez, o porta-voz do Pentágono, o contra-almirante John Kirby, interpretou a captura da cidade de outra forma, dizendo que foi a primeira vez nos últimos meses que os jihadistas conseguiram avançar em um novo território.

No início deste mês, o Estado Islâmico divulgou um vídeo macabro mostrando o piloto jordaniano Moaz Kesasbeh sendo queimado vivo dentro de uma jaula. Em resposta à barbárie, a Jordânia bombardeou posições dos terroristas.

O clérigo xiita Moqtada al Sadr, cuja milícia já foi responsável pelo assassinato em massa de sunitas, anunciou nesta terça-feira que está retirando seus aliados do grupo que combate o Estado Islâmico junto com o Exército iraquiano. Ele justificou a decisão criticando outras facções que cometem “assassinatos, sequestros e destruição de santuários”.

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