O grupo extremista Estado Islâmico
libertou ontem terça-feira 22 cristãos que estavam em cativeiro na
Síria desde fevereiro, após mediação de líderes tribais, de acordo com
ativistas.
Os 22 faziam parte de mais de 220
cristãos assírios que foram capturados em fevereiro depois que
militantes do Estado Islâmico invadiram várias comunidades agrícolas na
margem sul do Rio Khabur, na província nordeste de Hassakeh. Desde
então, apenas alguns foram liberados.
Segundo o Observatório Sírio para os
Direitos Humanos baseado na Grã-Bretanha, os líderes tribais pagaram
pela libertação dos 22 cristãos. Destes, 14 eram mulheres.
Os reféns libertados foram levados para a igreja Virgem Maria, localizada na cidade de Hassakeh. Alguns dos reféns eram idosos.
De acordo com a Federação Assíria da Suécia, o total de cristãos libertados chega a 45.
Na semana passada, cerca de 60 cristãos
foram raptados da cidade central de Qaryatain, horas depois de ter sido
capturada pelo grupo. Quase metade deles foram liberados, mas o destino
do resto permanece desconhecido.
Os cristãos correspondem a cerca de 10% da população pré-guerra da Síria, somando 23 milhões de pessoas.
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