Até 20 de julho, a região das Américas contabilizou 2.472 casos
confirmados de sarampo, segundo dados da Organização Pan-Americana da
Saúde (Opas). O número é mais de seis vezes superior ao registrado até 6
de abril, quando haviam 385 casos confirmados, o que, de acordo com a
entidade, demonstra a velocidade de propagação da doença.
O último boletim epidemiológico da organização aponta que pelo menos
11 países das Américas já notificaram casos confirmados de sarampo até o
momento: Antígua e Barbuda (1), Argentina (5), Brasil (677), Canadá
(19), Colômbia (40), Equador (17), Estados Unidos (91), Guatemala (1),
México (5), Peru (3) e Venezuela (1.613).
Por meio de comunicado, a entidade destacou que o vírus do sarampo
permanece ativo e contagioso no ar ou em superfícies infectadas por até
duas horas e pode ser transmitido por uma pessoa infectada a partir de
quatro a seis dias antes e quatro dias depois do aparecimento de
erupções cutâneas (vermelhidão na pele).
“Por esse motivo, a Opas volta a destacar a necessidade de os países
das Américas intensificarem as atividades de vacinação e vigilância,
para prevenir e combater a propagação da doença”, destacou a
organização.
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