
Na ocasião, foram entregues 20 tratores e 40 tratoritos. No total, foram 400 unidades de equipamentos que incluem plantadeiras, colheitadeiras, arados e carriolas agrícolas destinados a associações e cooperativas que atuam com a agricultura familiar.
O investimento é de mais de R$ 4,5 milhões. A safra 2026 do Programa do Algodão Agroecológico amplia de 250 para mais de 900 famílias contempladas, em 87 municípios potiguares.
“Esta é a maior entrega de máquinas e implementos da história da agricultura familiar no Rio Grande do Norte. O nosso governo dialoga com os setores produtivos e trabalhadores. Para efetivar o Mecaniza RN lutamos muito, tratamos de forma pioneira do assunto no âmbito do Consórcio Nordeste, fomos à China, firmamos cooperação técnica entre universidades e o programa prosperou. Agora, temos ferramentas para fazer com que, principalmente as mulheres, possam trabalhar e produzir com maior produtividade e menor esforço”, afirmou a governadora Fátima Bezerra.
O secretário Alexandre Lima enfatizou que “celebramos o primeiro programa de tecnificação e mecanização da agricultura familiar do nosso país. São políticas públicas realizadas com muito diálogo e parcerias que trazem autonomia aos agricultores familiares. Com o total apoio da governadora, o RN está colocando em prática o processo de mecanização e tecnificação da agricultura familiar”.
Sonia dos Santos é agricultora familiar no Território Potengi e, durante o evento, conheceu uma moderna máquina plantadeira que vai facilitar sua rotina. “Esta máquina vem facilitar nosso trabalho no campo. A gente empurra e ela coloca a semente no solo e recobre na mesma operação. Isso agiliza o trabalho e diminui o esforço físico”, explicou, satisfeita com a utilidade do equipamento.
Os recursos para aquisição dos equipamentos são oriundos do tesouro estadual, de emenda parlamentar da deputada estadual Isolda Dantas e de crédito do Banco do Nordeste. Isolda disse que alocou emenda de mais de R$ 300 mil ao orçamento geral do Estado para aquisição dos tratoritos. “Sou filha de agricultores e via meu pai, por falta de acesso à tecnologia, usando enxada e queimando no sol por muito tempo para produzir milho e feijão. Agora estamos mudando esta realidade e proporcionando melhores condições de trabalho com menos esforço e exposição ao sol forte”, pontuou.
No pátio da Escola de Governo, no Centro Administrativo do Estado, em Natal, quase 500 pessoas, entre representantes de associações, sindicatos, líderes políticos e comunitários, além de agricultores e agricultoras familiares, participaram da solenidade, que já é um marco na promoção de políticas públicas para quem vive do campo.
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