Com as mudanças com as novas regras do
pagamento de pensão por morte do INSS, o Governo quer combater os
chamados “viúvos profissionais”. Como é o caso de uma mulher que foi
condenada no Paraná porque se casou com o próprio sogro, que estava à
beira da morte.
Aposto que vocês nunca ouviram uma
história como esta que o Fantástico vai contar. Então, vamos começar
pela árvore genealógica de uma família. Natalino teve um filho com a Ana
Carolina, o Rhuan. O Rhuan é neto do Seu Missilino e da Dona Georgina,
que são pais do Natalino. Quando o Rhuan tinha dez anos, ele ganhou um
irmão. Ou seja, a Ana Carolina teve mais um filho, que segundo ela não é
do Natalino e, sim, do Seu Missilino, seu próprio sogro dela. Estranho
né? Pois é, a Justiça também achou essa história muita suspeita.
“Esse caso, ele chamou, particularmente,
a atenção pela riqueza de situações que eu chamaria de esdrúxulas que
envolvem todo o caso”, destaca o juiz Edilberto Barbosa Clementino.
Tudo começou em Guarapuava, no Paraná,
onde hoje fica um prédio, em 2007, era uma casa. Nela, segundo a
Justiça, Ana Carolina e Natalino levavam uma vida de casal. Os vizinhos
confirmam isso.
“Todo mundo sabia que era o marido dela”, diz uma vizinha.
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