Segundo a PM, a vítima afirmou estar em cárcere privado e sofrer violência doméstica. Ela contou que estava separada do agressor há seis meses, mas que eles tinham decidido reatar o relacionamento na última terça-feira (30).
Ao chegar à residência, o homem teria exigido que ela desbloqueasse o celular; diante da recusa, a agrediu e fez ameaças de morte.
A mulher disse ter sido agredida três vezes até o dia do pedido de ajuda e que foi obrigada a manter relações sexuais sob ameaça.
Ela também denunciou que o agressor gravou um vídeo íntimo sem consentimento e ameaçou divulgá-lo em grupos de WhatsApp e redes sociais caso ela tentasse sair da casa.
Na noite de sábado, por volta das 22h, a vítima pediu para ir a uma conveniência comprar cigarro e foi acompanhada pelo agressor. Ela então aproveitou a saída, foi ao banheiro e deixou o recado pedindo ajuda, relatando que ele havia dito que iria matá-la e que ninguém descobriria a situação.
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