
Natal lidera as ocorrências, com 39 casos redução de 15% em relação ao ano anterior. Na sequência aparecem Parnamirim (9), Mossoró (9), Extremoz (7) e São Gonçalo do Amarante (7).
Agressão e abandono são os casos mais comuns
Segundo Vitor Emanuel, da Associação de Proteção aos Animais, os casos mais comuns são agressão e abandono. Ele relata situações recentes de violência, como animais espancados, queimados e deixados sem água e comida. Atualmente, a entidade abriga cerca de 500 animais e conta com 17 funcionários.
A orientação é que denúncias sejam formalizadas na Delegacia Especializada de Defesa ao Meio Ambiente e Assistência ao Turista, enquanto a ONG atua principalmente no resgate.
Apesar de avanços, o representante da ASPAN avalia que as políticas públicas ainda são insuficientes. Ele também alerta para riscos à saúde pública: muitos animais resgatados têm zoonoses, como a leishmaniose presente em 8 a cada 10 casos atendidos pela entidade.
Outro desafio é a adoção de cães adultos, que enfrenta maior resistência. Segundo a ASPAN, filhotes ainda conseguem adoção com mais facilidade. A Polícia Civil do Rio Grande do Norte orienta que denúncias sejam feitas com registros como fotos e vídeos, sempre com cautela, e encaminhadas às autoridades competentes.
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