terça-feira, maio 19, 2026

MP Eleitoral opina pela improcedência de ação contra Aize Bezerra e Andinho.

O Ministério Público Eleitoral opinou pela improcedência da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida contra a prefeita da cidade de João Câmara/RN Aize Bezerra, Holderlin Silva e o influenciador Anderson Alves Xavier, conhecido como “Andinho”.

A ação foi apresentada pela coligação “Vontade do Povo” e pelo então candidato Maurício Caetano, que acusavam os investigados de suposto abuso de poder econômico e uso indevido das redes sociais durante a campanha eleitoral de 2024 em João Câmara/RN.

No parecer, a promotora eleitoral Gilcilene da Costa de Sousa afirmou que não foram encontradas provas robustas de pagamentos, contratos, impulsionamento irregular ou estrutura profissional financiada pela campanha.

Segundo o Ministério Público, os depoimentos e provas apontam que a atuação dos influenciadores digitais aconteceu de forma espontânea, sem comprovação de acordos financeiros ou troca de favores políticos.

O parecer também reforça que a liberdade de expressão garante manifestações políticas nas redes sociais, desde que não haja provas concretas de abuso econômico ou financiamento irregular.

Diante disso, o Ministério Público Eleitoral opinou pela rejeição da ação e pela manutenção da improcedência do processo.

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