Uma pessoa morreu e outras 29 ficaram feridas após um carro atropelar uma multidão durante a Parada do Orgulho LGBT de Berlim, no último sábado (25).
As autoridades alemãs investigam o caso como um possível ataque terrorista de motivação islamista.
Neste domingo (26), o principal suspeito, identificado como Abdul B., morreu após ser baleado durante uma operação policial, segundo informou a emissora pública regional RBB.
As circunstâncias da operação ainda não foram detalhadas oficialmente.
Segundo as autoridades alemãs, Abdul B. era cidadão alemão de origem libanesa, e era conhecido da polícia por antecedentes criminais e por suspeitas de radicalização, incluindo ligações com o meio islamista.
Segundo a polícia, três das vítimas estão em estado grave.
O atropelamento ocorreu na região central da capital, próximo ao trajeto da celebração conhecida como Christopher Street Day, uma das maiores paradas LGBTQIA+ da Europa.
Equipes de bombeiros, ambulâncias e outros profissionais de emergência foram mobilizados para atender a ocorrência no parque Tiergarten, na região central da cidade, próximo ao Portão de Brandemburgo, onde o veículo atingiu diversas pessoas.
Após o incidente, o evento foi interrompido e a área, esvaziada.
O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que o ataque será investigado "com o máximo rigor". A investigação deve apurar a motivação do suspeito e as circunstâncias do atropelamento.
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