quarta-feira, agosto 26, 2026

Na Band, Samanda diz que vai usar força política do Senado para trazer investimentos ao RN.

A candidata ao Senado Samanda de Lula (PT) afirmou, durante sabatina da Band RN na noite de terça-feira (25), que pretende usar a força política e a capacidade de articulação do mandato no Senado para garantir investimentos, obras e políticas públicas para o Rio Grande do Norte.

Para Samanda, o trabalho de um senador precisa ir além da destinação de emendas parlamentares e incluir a atuação junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional em defesa dos interesses do estado.

“Eu tenho certeza que Lula será reeleito e eu serei uma senadora para estar do lado de Lula, ajudando a governar, a melhorar a vida do povo, mas também para trazer muita coisa para o Rio Grande do Norte”, afirmou.

Samanda citou a atuação de Fátima Bezerra quando exerceu o mandato de senadora e lembrou a articulação que resultou na expansão dos institutos federais no estado. Para a candidata, esse é um exemplo de como a representação do Rio Grande do Norte no Senado pode contribuir para viabilizar investimentos que não dependem exclusivamente de emendas.

“A emenda é importante, mas o mandato do senador não pode ser resumido só à destinação de emenda. Tem uma articulação política para ser feita junto ao Congresso Nacional e ao Governo Federal”, disse.

Entre as ações que pretende defender, Samanda assumiu o compromisso de trabalhar pela implantação do Hospital Universitário do Seridó e citou programas retomados ou ampliados pelo governo Lula, como o Minha Casa, Minha Vida e a expansão dos cursos de Medicina para Mossoró e para a região do Seridó.

Durante a sabatina, Samanda também apresentou pautas que pretende defender no Senado. Entre elas estão o fim da escala 6×1 sem redução salarial, a regulamentação das bets, o avanço da PEC da Segurança Pública encaminhada pelo governo Lula e medidas de enfrentamento à violência contra as mulheres.

“Tem muitas pautas que são urgentes e outras que surgem no meio do mandato. A vida das mulheres importa. Tem que parar de nos matar. A gente precisa debater a proteção à vida das mulheres. E defender as mulheres é defender as famílias, é defender as nossas crianças também”, afirmou.

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