Exercício é indicado para todas as idades; para além do peso ideal, malhar funciona como remédio
Cerca de 25% dos casos de câncer de mama e de cólon poderiam
ser evitados se os pacientes praticassem exercícios físicos por pelo
menos 150 minutos por semana – o equivalente a duas horas e meia -,
advertem as Recomendações Mundiais sobre Atividade Física da Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Pacientes com câncer de próstata que praticam quantidades modestas de exercícios físicosvigorosos regularmente, por exemplo, diminuem os riscos de morrer da doença.
Além da prevenção, a atividade física é
importante na recuperação. A combinação de exercícios aeróbios e
musculação – chamada por alguns especialistas de oncofitness – pode elevar a qualidade de vida e ajudar a superar o coquetel de sentimentos que a doença provoca, especialmente em mulheres com câncer de mama.
Um estudo britânico constatou que a prática regular de atividade física ajuda a proteger o coração, ainda que iniciada tardiamente, após os 40 ou 50 anos.
Isso porque quem se exercita tem índices menores de marcadores
inflamatórios no sangue. Marcadores esses que, em grande quantidade, foi
associado a um aumento nos riscos de problemas cardíacos.
Ao contrário do que se possa imaginar, uma pessoa portadora de osteoporose pode praticar exercícios físicos para diminuir a progressão da doença,
evitar quedas e suas consequências. A osteopenia é um estágio anterior à
osteoporose e neste caso exercícios regulares podem prevenir a
progressão para osteoporose.
O efeito pisoelétrico, que é a troca de
cargas positivas e negativas entre a superfície e a parte interna do
osso, é um fator determinante na fixação do cálcio. Este efeito é obtido
quando ocorre a compressão do osso. Pode ser gerado através de
exercício de impacto ou simples compressão óssea, como acontece com o
fortalecimento muscular.
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