sexta-feira, março 13, 2026

Com uma das melhores do mundo, rugby brasileiro mira volta à elite.

O mês de março é decisivo para a seleção feminina de rugby. As Yaras, como são conhecidas as brasileiras, têm pela frente as últimas etapas da segunda divisão do Circuito Mundial de sevens (a versão olímpica da modalidade, com sete jogadoras de cada lado). Nos dias 21 e 22, a equipe vai a Montevidéu (Uruguai), no Estádio Charrúa. No outro fim de semana (28 e 29), os duelos ocorrem no Estádio Nicolau Alayon, em São Paulo.

Entre as seis seleções que disputam um lugar na elite do rugby feminino com o Brasil nenhuma tem uma atleta como Thalia Costa. Na temporada passada, a maranhense de 28 anos foi eleita para o “Time dos Sonhos” mundial, ao lado de estrelas de Nova Zelândia, Austrália e Japão, países com bem mais tradição no esporte e que figuram, atualmente, na primeira divisão da modalidade.

Ela também ocupa o 14º lugar no ranking de jogadoras que mais pontuaram na história do circuito. Em sete participações, são 127 tries (que é quando o atleta cruza a linha de fundo do campo com a bola oval em mãos - seria o equivalente em importância ao gol no futebol). Somente na temporada anterior, foram 29 tries em seis etapas, sendo a terceira mais bem colocada na artilharia da competição.

“Eu tenho essa noção [de que está entre as melhores do mundo], mas não sei te dizer se ela parece ser real. Às vezes, eu me pergunto se jogo tudo isso, se é possível. Mas olho para minha trajetória e vejo que sim e que ainda estou em uma constante evolução, ainda tenho muito para aprender”, disse Thalia em entrevista à TV Brasil.

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