
Entre as seis seleções que disputam um lugar na elite do rugby feminino com o Brasil nenhuma tem uma atleta como Thalia Costa. Na temporada passada, a maranhense de 28 anos foi eleita para o “Time dos Sonhos” mundial, ao lado de estrelas de Nova Zelândia, Austrália e Japão, países com bem mais tradição no esporte e que figuram, atualmente, na primeira divisão da modalidade.
Ela também ocupa o 14º lugar no ranking de jogadoras que mais pontuaram na história do circuito. Em sete participações, são 127 tries (que é quando o atleta cruza a linha de fundo do campo com a bola oval em mãos - seria o equivalente em importância ao gol no futebol). Somente na temporada anterior, foram 29 tries em seis etapas, sendo a terceira mais bem colocada na artilharia da competição.
“Eu tenho essa noção [de que está entre as melhores do mundo], mas não sei te dizer se ela parece ser real. Às vezes, eu me pergunto se jogo tudo isso, se é possível. Mas olho para minha trajetória e vejo que sim e que ainda estou em uma constante evolução, ainda tenho muito para aprender”, disse Thalia em entrevista à TV Brasil.
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