Foram analisados volume, concentração, mobilidade e contagem total de espermatozoides de 45 homens saudáveis entre 25 e 31 anos que forneceram amostras de sêmen antes da primeira dose e 70 dias após a segunda. Não houve qualquer alteração dos critérios analisados.
Pelo contrário, o gameta masculino teve uma melhora de desempenho, o que está associado exclusivamente à abstinência sexual pedida aos voluntários para participarem do estudo.
Além do combate ao negacionismo científico persistente também nos EUA, os cientistas foram motivados por uma pesquisa que indica que a infecção por Covid-19 pode reduzir a fertilidade masculina. Publicado em janeiro deste ano pela Sociedade de Reprodução e Fertilidade, pesquisadores afirmam que o vírus pode atravessar o tecido dos testículos e também ser sexualmente transmissível. Foram constatados que o novo coronavírus pode gerar inflamações e estresse oxidativo, além de reduzir concentração e mobilidade dos espermatozoides.
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