(Foto reprodução/Google)
Um estudo publicado no periódico Nature
Medicine mostrou que a serotonina pode estar envolvida na redução da
chamada “gordura marrom”, responsável para o bom funcionamento do
metabolismo.
Há dois tipos de serotonina, a central –
presente no cérebro e que ajuda na sensação de saciedade e no humor –, e
a periférica, circulante no sangue. É exatamente essa segunda
serotonina que pode estar envolvida na queda do metabolismo,
contribuindo para a obesidade.
No estudo, os pesquisadores
identificaram que a serotonina periférica é mais elevada em pessoas
obesas – apesar de ainda não haver explicação da razão pela qual isso
acontece – e que a inibição do hormônio poderia acelerar o metabolismo e
diminuir riscos de obesidade.
“Nossos resultados estão quase completos
e indicando que a inibição da produção desse hormônio pode ser muito
efetiva para reverter a obesidade que tem relação à problemas
metabólicos, incluindo o diabetes”, diz Gregory Steinberg, coautor do
estudo e codiretor da MACObesity, programa de pesquisa sobre metabolismo
e obesidade na infância, ligada à Universidade McMaster. “Muita
serotonina age como um freio de mão para a gordura marrom”, ele explica.
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