Passados 15 dias do início da greve dos auditores fiscais
do município, ainda não há nenhuma sinalização de negociação entre a
categoria e a Prefeitura. De acordo com Thiago Ottoni, presidente da
Associação dos Auditores do Tesouro Municipal de Natal (ASAN), apenas
30% dos profissionais estão em serviço, seguindo determinação judicial.
Com isso, quem é mais penalizada é a população que se vê prejudicada
na realização de serviços como: a resolução de pendências relacionadas
ao Imposto Serviço Sobre Qualquer Natureza (ISS), avaliação imobiliária
para incidência de Transmissão Inter Vivos de Bens Imóveis (ITIV) e
avaliação de processos sobre os tributos municipais.
Segundo o representante da categoria, não houve nenhum avanço e a
paralisação deve seguir por tempo indeterminado. “Não fomos chamados por
ninguém do Executivo Municipal e não obtivemos nenhuma sinalização para
negociação”, disse ele.
Ao todo 54 dos 77 auditores municiais estão em greve. Ainda segundo
Thiago Ottoni, as principais reivindicações são aprovação da Lei
Orgânica do Fisco, Implementação do Fundo de Modernização da
Administração Tributária, Isenção da data base que regulamenta a
carreira e as principais solicitações são a criação de um concurso
público para entrada de novos auditores e o pagamento do prêmio por desempenho, que está atrasado há um ano.
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