A Polícia Federal apreendeu 4 quilos de maconha do tipo skunk (também grafada no Brasil como skank)
em duas operações distintas no Rio de Janeiro. Em Copacabana, zona sul
do Rio, agentes federais prenderam uma mulher e dois homens no momento
em que negociavam o recebimento de cerca de 10 quilos da droga , que é
pouco usada no Rio, devido ao seu custo bem mais alto do que a maconha e
com menos cheiro. Outra apreensão alcançou 2 quilos da droga.
Na
apreensão mais recente, ocorrida ontem (26), a droga foi trazida ao
país por uma jovem, de 23 anos que havia desembarcado no Aeroporto
Internacional Tom Jobim/Galeão em voo procedente de Manaus. A droga
estava escondida no interior da mala de viagem despachada e foi
detectada durante fiscalização de rotina com a ajuda de um cão farejador
da PF. Policiais federais decidiram então acompanhar o trajeto da
mulher, que seguiu em direção ao bairro de Copacabana para se encontrar
com os receptadores. Os três foram presos em flagrante. Todos foram
indiciados por tráfico de drogas e, em seguida, encaminhados ao sistema
prisional do estado.
Na última terça-feira (23), a PF realizou
outra prisão, também no Aeroporto Internacional do Galeão, de uma
mulher, também de 23 anos, que havia desembarcado de voo com escala no
Rio de Janeiro e cujo destino final era a cidade de Aracaju. Com o
auxílio de um cão farejador, policiais federais detectaram a presença de
cerca de 2 quilos de skunk ocultos na bagagem da passageira.
Ela foi indiciada por tráfico de drogas e encaminhada ao sistema
prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.
Droga
O skunk
é uma espécie de supermaconha, cultivada em laboratório, com maior teor
de substância psicoativas. Não chega a ser uma maconha transgênica,
porque a estrutura molecular da semente não é modificada. A diferença
está no cultivo, feito em estufas com tecnologia hidropônica — plantação
em água, como ocorre com algumas espécies de alface.
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