O Santuário do Cristo Redentor, que gere o monumento mais famoso do país, assinou nesta sexta-feira (21) um termo que dá início a um processo de certificação internacional para reduzir o impacto ambiental do turismo.
O acordo com a empresa Green Initiative International prevê inicialmente o levantamento do impacto ambiental das visitas, assim como o de ações que podem ser adotadas pela maravilha do mundo moderno para compensar os danos ao planeta.
Em 2025, o local recebeu número recorde de turistas, cerca de 1,5 milhão de pessoas, de acordo com o Santuário do Cristo Redentor. No dia 1ª de janeiro do ano passado, foram 20 mil em um único dia, um pico.
O Ministério do Turismo confirma o grande interesse no monumento e informa que o atrativo é um dos dez pontos turísticos brasileiros mais procurados no exterior.
Com as ações ambientais, o Cristo, que completará 100 anos em 2031, poderá obter duas certificações: a Climate Positive ou a Carbon Neutral.
A primeira comprova que medidas de compensação superam as próprias emissões de gases tóxicos na natureza, contribuindo positivamente para o clima. Já a segunda assegura que as emissões do atrativo são completamente compensadas, mantendo neutralidade.
Para alcançar uma delas, o Cristo começará identificando as emissões no dia a dia, calculará a captura de carbono pelas áreas de Mata Atlântica no seu entorno e elaborará um diagnóstico com ações de mitigação de impacto.
Esses dados servirão de base para o Plano de Ação Climática do monumento, com medidas de curto e médio prazo, para contribuir com a compensação dos gases do efeito estufa emitidos em quase um século de visitas.
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