O ideal ainda é lutar para que o saneamento
básico chegue aos recantos mais distantes. Porém, enquanto isso não é
possível, técnicas como essa surgem como alternativa para regiões pobres
em que o acesso à água potável é escasso. Ainda que os alimentos nem
sempre sejam abundantes em tais regiões, as cascas de frutas são
acessíveis em comparação com a tecnologia de purificação.
"Nós não
queremos fazer qualquer tipo de comercialização", afirma Mallampati, que
não quer tornar sua descoberta em uma opção para poucos beneficiados.
"Por isso, estamos trabalhando com ONGs que podem levar e explicar a
técnica para as pessoas".
O próximo passo do pesquisador é estudar a
quantidade de cascas necessárias para purificar a água em diversos
países, como base em seus níveis de poluição. A descoberta foi publicada
na revista norte-americana Wired.
Nenhum comentário:
Postar um comentário