Pela primeira vez, dois estudantes brasileiros ganharam medalha de
ouro, além de um ter recebido de prata e outro de bronze, no
International Chemistry Olympiad, a Olimpíada Internacional de Química,
destinada aos estudantes do ensino médio, na sua 50ª edição. De 18 a 29
de julho, equipes de 76 países participaram das competições, em
Bratislava (Eslováquia) e Praga (República Tcheca).
As medalhas de ouro ficaram com o paulista Vinícius Figueira Armelin e
o cearense Ivan Ferreira Lima. A de prata foi para João Victor Moreira
Pimentel e a de bronze ficou com Orisvaldo Salviano Neto, ambos do
Ceará.
Com esses resultados, somando a pontuação geral dos quatro estudantes
brasileiros, o Brasil ficou na 12ª posição entre os 76 países (em 2017
esteve na 18ª).
Em julho, Armelin recebeu o Prêmio Talentos por ter vencido a
Olimpíada de Química do Estado de São Paulo e foi homenageado pela
Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) durante o Encontro
Anual da Indústria Química.
De acordo com as regras da competição, os participantes são
classificados com base em suas pontuações individuais. As medalhas de
ouro são concedidas a 12% dos melhores alunos, as medalhas de prata são
destinadas a 22% dos estudantes e as de bronze, a 32%.
As menções honrosas são concedidas aos participantes que não ganham
uma medalha, mas obtêm um problema perfeito no exame teórico ou prático.
Um prêmio especial é dado ao aluno que atingir a pontuação mais alta no
geral. Dois prêmios especiais separados são concedidos aos alunos que
obtêm a melhor pontuação nos exames teóricos e práticos.
Nas Olimpíadas de Química, todos os competidores, aproximadamente
300, fazem dois exames: teórico (com 54 páginas) e prático (realizado
individualmente em laboratório de química). A soma dos pontos nos dois
exames determina a colocação de cada competidor na classificação geral.
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