A investigação sobre o caso do estudante universitário preso em Cuiabá
(MT), no ano de 2017, acusado de estuprar uma cadela, filmar a cena e
compartilhar nas redes sociais, foi concluída pela Policia Civil. Ele
ele foi indiciado, sexta-feira passada (30), por associações criminosas e
maus-tratos de animais.
O investigado, atualmente, está morando fora do Brasil e o inquérito
policial foi entregue para a Justiça Estadual – na Vara Especializada do
Meio Ambiente-, com cópia dos autos para a Polícia Federal, para
conhecimento e providências necessárias.
À época, as imagens de sexo com a cadela geraram indignação na
sociedade local e até mesmo no exterior. “Os milhares de comentários
feitos nas redes sociais demonstraram extrema aversão à prática
delitiva, galgando dimensão internacional”, explica o delegado que
presidiu o inquérito, Gianmarco Paccola Capoani.
O delegado ainda pontua que várias Organizações Não Governamentais
(ONGs) emitiram, para a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema),
notas de repúdio.
No decorrer das investigações foram realizadas perícias em animais
que estavam nas casas do indiciado e de seus pais e em um aparelho
celular. Três animais que pertenciam ao suspeito foram resgatados e
encaminhados para entidades protetoras de animais para os devidos
cuidados.
Em interrogatório na delegacia, após sua prisão, o suspeito esclareceu que tinha uma afinidade com essas “situações” e que passou a fazer parte de um grupo de WhatsApp exclusivamente montado para o envio de fotos e vídeos de zoofilia (pessoas que têm atração e fazem sexo com animais).
Ele destacou que muitos números que integram o grupo são de pessoas estrangeiras. O suspeito contou que havia sido pressionado por um membro do grupo a produzir um vídeo e enviar por meio de mensagem do aplicativo, alegando que ele já possuía muitas informações e nunca tinha “mandado nada”.
O suspeito disse que ficou receoso e saiu do grupo, tendo no dia seguinte sido novamente adicionado em outro grupo, pela mesma pessoa que exigia o vídeo. Após esse fato, passados aproximadamente cerca de 40 dias, o suspeito praticou o ato com sua cadela, filmou e encaminhou ao grupo.
Indagado sobre o aparelho celular utilizado para filmar o animal, o universitário explicou que foi devolvido ao antigo dono, que havia perdido o aparelho. “A versão apresentada pelo suspeito, embora parcialmente discrepante com outros indícios colhidos, apresentou certa coerência nos autos até o presente momento”, destacou o delegado.
Em interrogatório na delegacia, após sua prisão, o suspeito esclareceu que tinha uma afinidade com essas “situações” e que passou a fazer parte de um grupo de WhatsApp exclusivamente montado para o envio de fotos e vídeos de zoofilia (pessoas que têm atração e fazem sexo com animais).
Ele destacou que muitos números que integram o grupo são de pessoas estrangeiras. O suspeito contou que havia sido pressionado por um membro do grupo a produzir um vídeo e enviar por meio de mensagem do aplicativo, alegando que ele já possuía muitas informações e nunca tinha “mandado nada”.
O suspeito disse que ficou receoso e saiu do grupo, tendo no dia seguinte sido novamente adicionado em outro grupo, pela mesma pessoa que exigia o vídeo. Após esse fato, passados aproximadamente cerca de 40 dias, o suspeito praticou o ato com sua cadela, filmou e encaminhou ao grupo.
Indagado sobre o aparelho celular utilizado para filmar o animal, o universitário explicou que foi devolvido ao antigo dono, que havia perdido o aparelho. “A versão apresentada pelo suspeito, embora parcialmente discrepante com outros indícios colhidos, apresentou certa coerência nos autos até o presente momento”, destacou o delegado.
As evidências apontam que efetivamente as cenas criminosas com a
cadela foram filmadas no banheiro da casa do suspeito, bem como concluiu
que o animal apreendido (Branquinha) é o mesmo que está nas cenas do
crime.

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