O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV),
recuou 0,5 ponto de janeiro para fevereiro deste ano e chegou a 96,1
pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Essa foi a primeira queda
depois de quatro meses de altas, quando o aumento acumulado chegou a 13,5 pontos.
A queda foi provocada por um recuo na confiança dos consumidores em
relação aos próximos meses. O Índice de Expectativas diminuiu 1,7 ponto,
para 109 pontos, devido principalmente ao grau de otimismo com a
situação financeira das famílias nos próximos meses, que caiu 5,7
pontos.
O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no momento presente,
por outro lado, manteve a trajetória de alta pelo quarto mês
consecutivo ao subir 1,3 ponto, para 78,1 pontos, atingindo o maior
nível desde abril de 2015 (78,9).
O indicador sobre a situação econômica subiu 1,2 ponto, e aquele que
mede a percepção em relação às finanças familiares aumentou 1,5 ponto.
Segundo a economista da FGV Viviane Seda Bittencourt, as previsões
dos consumidores sobre economia e situação financeira das famílias, que
atingiram níveis próximos ao máximo da série em janeiro, recuaram em um
movimento aparentemente normal depois da onda de otimismo que se seguiu
ao período eleitoral.
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