Depois de dar adeus à última Copa com 10 gols tomados em dois jogos
(7 x 1 para a Alemanha, na semifinal, e 3 x 0 para a Holanda, na decisão
do terceiro lugar), nem o mais otimista dos brasileiros poderia
imaginar que a Seleção chegaria forte para o Mundial da Rússia. As
eliminações em duas edições da Copa América e o desempenho preocupante
nas Eliminatórias, ainda sob o comando de Dunga, só serviram para nos
tirar ainda mais as esperanças.
Com a chegada de Tite e a impressionante sequência de nove vitórias
nas Eliminatórias, a desilusão foi dando lugar ao otimismo: o Brasil foi
o primeiro país a carimbar o passaporte para a Rússia. Agora, a uma
semana da Copa, o otimismo deu lugar à confiança. Diferentemente
daqueles apontados como seus principais oponentes — França, Alemanha,
Argentina e Espanha —, a Seleção conquistou vitórias maiúsculas em seus
dois últimos amistosos e parece ter largado na frente rumo ao título do
Mundial.
Na semana passada, os comandados de Tite bateram a Croácia, em Liverpool, por 2 x 0 — gols de Firmino e Neymar, que voltava de lesão. Neste domingo (10/6), o camisa 10 da Seleção e do Paris Saint-Germain voltou a ser titular e marcou um dos tentos da vitória contra a Áustria, em Viena — os outros foram marcados por Gabriel Jesus e Philippe Coutinho.
Áustria que, aliás, havia vencido a temida Alemanha (eterna algoz do 7 x 1) por 2 x 1. É verdade, porém, que a potência europeia não estava com a equipe principal. Um dos poucos titulares em campo era o goleiro Neuer, que voltava de lesão. Nessas condições, inclusive, a Alemanha também perdeu para o Brasil, em amistoso disputado em março. Na última prévia antes da Copa, no sábado (9/6), a atual campeã do mundo sofreu para derrotar a Arábia Saudita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário